A FEIJ é reconhecida de utilidade pública pela Lei Municipal nº 1.349 de 27 de agosto de 1951 e pela Lei estadual nº 4.264 de 30 de novembro de 1968.
Este site tem como objetivo mostrar a grande entidade que é a FEIJ - Federação Educacional Infanto Juvenil - Aqui será mostrada a sua História.
Caso alguma diretoria Executiva queira este trabalho, teremos o prazer de passar definitivamente a FEIJ.
QUARTA PARTE
DEPARTAMENTO FEMININO
Quando da fundação da FEIJ em 1949, existiam as associações Benjamin Sodré, Couto de Magalhães, Geraldo Carvalho e Braz de Aguiar, que até hoje formam a FEIJ, além das associações Renausto Amanajâs e Duque de Caxias, esta última da cidade de Bragança. Logo após esta data foi criado o departamento feminino, que surgiu por causa do grande número de garotas que procuravam a FEIJ. É necessário esclarecer que ainda como escoteiros, ou seja, antes de 1949, a presença de garotas nos grupos masculinos não era permitida. Porém nos últimos anos daquela década existia um número significativo de meninas, que através dos esportes, frequentavam a Federação Paraense de Escoteiros. Estas meninas eram atraídas principalmente pela natação, que a época já era a grande atração daquela instituição. Logo após a fundação da FEIJ estas garotas são incorporadas a organização, pois, o Chefe Castelo pensava - com razão - que a educação da juventude não distinguia sexo, e por isso poderia se dá perfeitamente em conjunto.
Agora as garotas tinham os mesmos direitos e deveres que os homens, e isso teve na época um reflexo na sociedade. Pois, até certo ponto aquilo era novo. Pelo momento histórico e pelo tipo de comportamento da sociedade, - marcadamente machista - aquilo provocou, no início, uma certa estranheza. Eis, portanto, mais um aspecto em que o Chefe Castelo e os feijianos foram pioneiros.
Quando se trata do departamento feminino não se pode deixar de fazer referencia ao balé aquático da FEIJ. As apresentações das meninas do balé eram esperadas com ansiedade por todos. Aquele grupo de garotas, com técnica e disciplina, enchiam os olhos dos espectadores nos dias de apresentação. As formas arquitetadas por elas tinham a perfeição e a magia de uma época.
Era tal a beleza daquele espetáculo que o show não ficava restrito aos muros da FEIJ, e, inúmeras vezes o balé aquático foi convidado para fazer demonstrações em outros locais, sendo constante a presença de não jeijianos para assistir as apresentações.
Após alguns anos de atividades, o departamento feminino foi extinto para que as meninas se transferissem para as associações, e assim participarem das atividades - respeitando as particularidades do sexo feminino - com os rapazes.
EM BREVE A QUINTA PARTE - A ESCOLA PRIMÁRIA DA FEIJ.